| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Santos, Rita Silvana Santana dos | - |
| dc.contributor.author | Caixeta, Pedro Paulo Pereira | - |
| dc.date.accessioned | 2026-05-21T23:07:55Z | - |
| dc.date.available | 2026-05-21T23:07:55Z | - |
| dc.date.issued | 2026-05-21 | - |
| dc.date.submitted | 2025-08-28 | - |
| dc.identifier.citation | CAIXETA, Pedro Paulo Pereira. Possibilidades para uma formação médica antirracista: potências curriculares. 2025. 78 f., il. Dissertação (Mestrado Profissional em Educação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54448 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação Modalidade Profissional, 2020. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, a saúde passou a ser
reconhecida como um direito universal, integral e equânime. No entanto, a população negra
— compreendendo pessoas autodeclaradas pretas e pardas — apresenta, historicamente, os
piores indicadores de saúde no Brasil. Diante desse contexto, como resultado de décadas de
mobilização dos movimentos sociais negros, foi instituída em 2009 a Política Nacional de
Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), que estabelece diretrizes para a promoção, a
prevenção e o cuidado em saúde voltados à população negra. Fundamentada nas
reivindicações dos movimentos sociais, especialmente das mulheres negras, a PNSIPN
reconhece o racismo como determinante social das iniquidades em saúde, cujos efeitos se
expressam em maiores índices de morbimortalidade, piores desfechos clínicos e
agravamentos de condições de saúde para além das desigualdades socioeconômicas (Brasil,
2023).
O racismo estrutural (Almeida, 2019) contribui para desfechos adversos na saúde
materno-infantil das populações negra e indígena, intensifica o risco de complicações
gestacionais, reduzi o acesso a cuidados pré-natais, de parto e pós-natais, além de elevar as
taxas de mortalidade infantil (Rebouças, et al., 2022).
No início da vida, observando as consequências do racismo no período perinatal,
destaca-se o estudo de Greenwood e colaboradores (2020), realizado nos Estados Unidos, que
evidenciou significativa redução na mortalidade de recém-nascidos negros, quando atendidos
por profissionais médicos da mesma raça. Nesse sentido, crianças negras têm menores
chances de sobrevivência quando assistidas por médicos brancos, o que indica o impacto da
concordância racial na qualidade do cuidado recebido (Greenwood, 2020). | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Possibilidades para uma formação médica antirracista : potências curriculares | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Direito à saúde | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Antirracismo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Educação médica | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Rocha, Dais Gonçalves | - |
| dc.description.unidade | Faculdade de Educação (FE) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Educação, Mestrado Profissional | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
|