| Élément Dublin Core | Valeur | Langue |
| dc.contributor.advisor | Noronha, Elza Ferreira | pt_BR |
| dc.contributor.author | Freire, Sylvia Maria Leite | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-03-16T13:50:45Z | - |
| dc.date.available | 2026-03-16T13:50:45Z | - |
| dc.date.issued | 2026-03-16 | - |
| dc.date.submitted | 2025-04-28 | - |
| dc.identifier.citation | FREIRE, Sylvia Maria Leite. Perfil clínico-laboratorial de crianças e adolescentes vivendo com HIV atendidos em unidade de referência do Distrito Federal. 2025. 124 f., il. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54261 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: Descrita em pacientes pediátricos em 1982, a infecção pelo vírus da
imunodeficiência humana (HIV) por transmissão vertical esteve associada a
elevada morbimortalidade. Após 40 anos, mudança de perspectiva foi observada
para aqueles com acesso ao tratamento. Importantes avanços ocorreram no
campo da prevenção da transmissão vertical, possibilitando eliminação em
alguns cenários. A despeito dos avanços, o acesso a profilaxia e tratamento é
heterogêneo nos diversos contextos e particularidades biopsicossociais da
criança podem levar à resistência viral. O presente estudo se propôs a descrever
as características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais de crianças e
adolescentes vivendo com HIV assistidos em unidade de referência do Distrito
Federal (DF) nos anos de 2023 e 2024. Métodos: Estudo transversal, com
componente analítico, realizado a partir da coleta de dados de prontuários e
previamente aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos.
Foram avaliadas variáveis referentes a dados demográficos, perinatais, aspectos
clínico-laboratoriais e relacionados ao diagnóstico, tratamento e resistência viral.
Resultados: O grupo de estudo foi composto por 49 participantes, com
predomínio feminino e de adolescentes. O ano de com maior concentração de
nascimentos foi 2010. Diagnóstico materno após o nascimento ocorreu em cerca
de 40% dos casos. Aleitamento materno foi descrito em apenas metade da
amostra. Cinco sujeitos (10,20%) encontravam-se em abandono de tratamento.
Dentre aqueles em TARV, 56,82% (25/44) apresentavam carga viral recente não
detectável ou menor que o limite mínimo de detecção. Não houve diferença
estatisticamente significativa quanto a essa variável entre os nascidos antes e a
partir de 2015. A mediana do tempo transcorrido entre diagnóstico e início da
TARV foi de 40 dias. O esquema atual era o de primeira linha em 54,55% (24/44).
Falha virológica nos últimos dois anos foi identificada em 43,18% (19/44) do
grupo. Genotipagem pré-tratamento foi realizada em 57,14% (28/49) participantes, três apresentavam resistência transmitida. Vinte e um participantes
realizaram genotipagem por falha virológica. As mutações para inibidores da
transcriptase reversa predominaram. Um indivíduo apresentou mutações para
três classes de ARV. Conclusões: Apesar da redução progressiva no número de
infecções por transmissão vertical observada, aquelas que ainda acontecem
revelam lacunas de acesso e vinculação aos serviços de saúde. A elevada taxa
de falha virológica e a elevada prevalência de mutações desperta para possíveis
questões relacionadas à adesão entre outros fatores e para necessidade de
abordagens que garantam regularidade no acompanhamento de crianças e
adolescentes vivendo com HIV. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Perfil clínico-laboratorial de crianças e adolescentes vivendo com HIV atendidos em unidade de referência do Distrito Federal | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | HIV (Vírus) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Crianças e adolescentes | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Transmissão vertical | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Tratamento antirretroviral | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Resistência viral | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Introduction: Described in pediatric patients in 1982, human immunodeficiency
virus (HIV) infection through vertical transmission was associated with high
morbidity and mortality. After 40 years, a change in perspective was observed for
those with access to treatment. Important advances have been made in the field
of vertical transmission prevention, enabling its elimination in some scenarios.
Despite these advances, access to prophylaxis and treatment is heterogeneous
in different contexts, and the biopsychosocial particularities of children can lead
to viral resistance. This study aims to describe the epidemiological, clinical, and
laboratory characteristics of children and adolescents living with HIV assisted in
a reference unit of the Federal District (DF) in 2023 and 2024. Methods: Crosssectional study with an analytical component, conducted from the collection of
data from medical records and previously approved by the Human Research
Ethics Committee. Variables related to demographic and perinatal data, clinicallaboratory aspects, and those related to diagnosis, treatment, and viral resistance
were evaluated. Results: The study group consisted of 49 participants. The year
with the highest concentration of births was 2010. Maternal diagnosis after birth
occurred in about 40% of cases. Breastfeeding was reported in almost half of the
sample. Five subjects (10,20%) were in treatment abandonment. Among those on
ART, 56.82% (25/44) had a recent undetectable viral load or less than the
minimum detection limit. There was no statistically significant difference in this
variable between those born before and from 2015. The median time elapsed
between diagnosis and initiation of ART was 40 days. The current regimen was
first linein 54.55% (24/44). Virological failure in the last two years was identified in
43.18% (19/44) of the group. Pre-treatment genotyping was performed in 57.14%
(28/49) of subjects; three presented transmitted resistance. Twenty-one
participants underwent genotyping due to virological failure. Mutations for reverse transcriptase inhibitors predominated. One individual presented mutations for
three classes of ARVs. Conclusions: Despite the progressive reduction in the
number of vertically transmitted infections observed, those that still occur reveal
a gap in access and connection to health services. The high rate of virological
failure and the high prevalence of mutations raise concerns about possible issues
related to adherence, among other factors, and the need for approaches that
ensure regularity in the monitoring of children and adolescents living with HIV. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Medicina (FM) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical | pt_BR |
| Collection(s) : | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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