Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/55419
Arquivos associados a este item:
Arquivo TamanhoFormato 
YanOliveiraSilvaRibeiro_DISSERT.pdf1,66 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSilva, Cristhian Teófilo dapt_BR
dc.contributor.authorRibeiro, Yan Oliveira Silvapt_BR
dc.date.accessioned2026-07-15T17:23:24Z-
dc.date.available2026-07-15T17:23:24Z-
dc.date.issued2026-07-15-
dc.date.submitted2025-09-08-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Yan Oliveira Silva. Raízes e metrópoles: um estudo comparado entre Brasil e Canadá sobre a saúde mental de indígenas em contexto urbano. 2025. 97 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55419-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Estudos Latino-Americanos, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados Sobre as Américas, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEsta dissertação tem como objetivo analisar os principais fatores que influenciam a saúdemental de indígenas em contexto urbano, por meio de uma abordagem comparada entreBrasil (Distrito Federal) e Canadá (Ottawa). A pesquisa parte da constatação de que aurbanização de povos indígenas impõe desafios significativos à saúde mental, vinculadostanto às transformações socioculturais quanto ao acesso desigual às políticas públicas. Combase em aportes interdisciplinares da antropologia, da psicologia e das ciências sociais, oestudo busca compreender como a preservação da identidade étnica, os processos deterritorialização e desterritorialização, e as práticas culturais e artísticas atuam como fatoresde proteção ou risco psíquico. A metodologia adota a análise de conteúdo aplicada adocumentos institucionais, diretrizes de políticas públicas e relatórios técnicos, além deentrevistas já disponíveis em bases públicas e estudos anteriores. Assim, a pesquisa foidesenvolvida majoritariamente a partir de dados secundários, produzidos originalmente poroutras instituições e pesquisas; e terciários, isto é, dados derivados de análises einterpretações já sistematizadas. A escolha de Brasil e Canadá se justifica pela possibilidadede contraste entre modelos de atenção à saúde mental, considerando suas especificidadeshistóricas e institucionais na relação com povos originários. A análise comparada permiteidentificar padrões de exclusão e resistência, contribuindo para o aprimoramento de políticasculturalmente sensíveis e para o fortalecimento do cuidado psicossocial anticolonial einterseccional com populações indígenas em metrópoles. A pesquisa revela que o modelobrasileiro, centrado no assistencialismo, ainda falha em reconhecer a diversidade cultural dospovos indígenas, especialmente em contexto urbano. Já o Canadá, embora enfrente seuspróprios desafios, adota uma abordagem multicultural que valoriza a autonomia indígena eincorpora práticas tradicionais no cuidado à saúde mental. Os resultados da pesquisa indicamque, apesar de avanços institucionais no Canadá, persistem desafios comuns nos dois países,como o racismo estrutural e a invisibilização da população indígena urbana.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleRaízes e metrópoles : um estudo comparado entre Brasil e canadá sobre a saúde mental de indígenas em contexto urbanopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordSaúde mentalpt_BR
dc.subject.keywordPovos indígenaspt_BR
dc.subject.keywordContexto urbanopt_BR
dc.subject.keywordAnálise comparadapt_BR
dc.subject.keywordPolíticas públicaspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This dissertation aims to analyze the main factors influencing the mental health of Indigenous peoples in urban contexts, through a comparative approach between Brazil (Federal District) and Canada (Ottawa). The research begins with the recognition that the urbanization of Indigenous peoples imposes significant challenges to mental health, linked to both sociocultural transformations and unequal access to public policies. Drawing on interdisciplinary contributions from anthropology, psychology, and the social sciences, the study seeks to understand how the preservation of ethnic identity, processes of territorialization and deterritorialization, and cultural and artistic practices function as protective or risk factors for psychological well-being. The methodology is based on content analysis applied to institutional documents, public policy guidelines, and technical reports, in addition to interviews already available in public databases and previous studies. Thus, the research was developed mainly from secondary data — originally produced by other institutions and research — and tertiary data, that is, data derived from already systematized analyses and interpretations. The choice of Brazil and Canada is justified by the opportunity to contrast mental health care models, considering their historical and institutional specificities in relation to Indigenous peoples. The comparative analysis allows the identification of patterns of exclusion and resistance, contributing to the improvement of culturally sensitive policies and the strengthening of anticolonial and intersectional psychosocial care for Indigenous populations in metropolitan areas. The research shows that the Brazilian model, centered on assistentialism, still fails to recognize the cultural diversity of Indigenous peoples, especially in urban contexts. Canada, while facing its own challenges, adopts a multicultural approach that values Indigenous autonomy and incorporates traditional practices into mental health care. The results indicate that, despite institutional progress in Canada, both countries continue to face common challenges such as structural racism and the invisibilization of urban Indigenous populations.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Sociais (ICS)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Estudos Latino-americanos (ICS ELA)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais - Estudos Comparados sobre as Américaspt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.