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LeticiaEsterNunesESilvaPereira_DISSERT.pdf1,3 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorPedreira, Ana Júlia Lemos Alvespt_BR
dc.contributor.authorPereira, Letícia Ester Nunes e Silvapt_BR
dc.date.accessioned2026-07-13T19:51:34Z-
dc.date.available2026-07-13T19:51:34Z-
dc.date.issued2026-07-13-
dc.date.submitted2026-02-04-
dc.identifier.citationPEREIRA, Letícia Ester Nunes e Silva. Ensino por investigação na formação inicial de professores de Biologia : contribuições da inteligência artificial no planejamento de aulas investigativas. 2026. 117 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55366-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Instituto de Química, Instituto de Física, Faculdade UnB Planaltina, Faculdade de Educação, 2026.pt_BR
dc.description.abstractA literatura científica tem destacado as potencialidades do Ensino de Ciências por Investigação (EnCI), bem como o crescente processo de integração das inteligências artificiais nos contextos educacionais. Inserido nesse cenário, este trabalho teve como objetivo analisar o uso da Inteligência Artificial Generativa (IAGen) por licenciandos em Ciências Biológicas no planejamento de aulas investigativas. Participaram da pesquisa estudantes de uma turma de graduação que atuaram como estagiários em escolas da rede pública, no nível médio. A produção dos dados ocorreu por meio de observação direta extensiva associada à análise de documentos elaborados pelos participantes, tais como relatos reflexivos sobre os aspectos positivos e negativos do uso da IA na construção dos planos de aula, comparações entre os planejamentos elaborados por eles e pela IA, além de planejamentos de aulas que integraram situações-problema comumente encontradas em salas de aula e prompts relacionados ao ensino por investigação. Ainda foram realizadas rodas de conversa que abordaram tanto as concepções dos licenciandos sobre o ensino por investigação quanto as experiências vivenciadas com o uso da IAGen ao longo do estágio. A análise dos dados foi conduzida por meio da técnica de Análise de Conteúdo (Bardin, 2011), em articulação com o referencial teórico sobre ensino por investigação e inteligência artificial, mobilizado conforme a especificidade das atividades desenvolvidas na disciplina. Os resultados indicaram que o uso da IAGen contribuiu, de forma geral, para o aprimoramento de aspectos estruturais e pedagógicos nos planejamentos de aula, como a formulação de objetivos de aprendizagem, a diversificação de estratégias didáticas, a escolha de recursos e a proposição de atividades avaliativas. Por outro lado, também foram identificadas limitações, especialmente relacionadas à necessidade de revisão crítica por parte dos licenciandos quanto às sugestões geradas pela IA, revelando a importância da atuação docente na mediação e adaptação dos conteúdos propostos. Ao analisar a presença de elementos do ensino por investigação nos planejamentos, observou-se que etapas gerais do planejamento docente, como a introdução ao tema e a definição de procedimentos, foram frequentemente incluídas nas propostas geradas pela IAGen, indicando uma tendência da ferramenta em reproduzir práticas pedagógicas mais convencionais. Em contrapartida, etapas mais específicas do processo investigativo como a formulação de problemas e, especialmente, a elaboração de hipóteses apareceram com menor frequência ou, em alguns casos, não foram contempladas. Essa constatação sugere uma limitação da IA em abordar de forma completa as etapas do ensino por investigação. No que se refere às concepções dos estudantes sobre o EnCI, foi possível perceber que os licenciandos destacaram a importância do estímulo à autonomia dos alunos, da resolução de problemas, da formulação de hipóteses, dentre outras etapas. Essas perspectivas indicam que parte dos estudantes demonstrou apropriação conceitual dos princípios do EnCI. No entanto, também se observaram compreensões pontuais e, em alguns casos, pouco consolidadas, revelando que o entendimento sobre a abordagem investigativa ainda está em processo de formação para alguns alunos. Dessa forma, as percepções dos licenciandos sobre o ensino por investigação, aliadas à experiência prática com o uso da IAGen, evidenciam tanto avanços quanto desafios na construção de uma prática docente investigativa mediada por tecnologias. Esta pesquisa suscita, então, reflexões sobre a importância de uma formação inicial que promova o uso pedagógico consciente e crítico das inteligências artificiais, articulado aos fundamentos do ensino por investigação, de modo a favorecer práticas mais autônomas, criativas e alinhadas às atuais demandas do ensino em Ciências.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEnsino por investigação na formação inicial de professores de Biologia : contribuições da inteligência artificial no planejamento de aulas investigativaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordAbordagem investigativapt_BR
dc.subject.keywordTecnologia educacionalpt_BR
dc.subject.keywordProfessores - formaçãopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1Scientific literature has highlighted the potential of Inquiry-Based Science Education (IBSE), as well as the growing integration of artificial intelligence in educational contexts. Within this scenario, this work aimed to analyze the use of Generative Artificial Intelligence (GAI) by undergraduate students in Biological Sciences in the planning of inquiry-based lessons. Twenty seven students from a Biological Sciences undergraduate course at a public university participated in the research, undertaking supervised internships in public high schools. The research was qualitative, and data production occurred through extensive direct observation combined with the analysis of documents prepared by the participants, such as reflective reports on the positive and negative aspects of using AI in the construction of lesson plans, comparisons between the plans developed by them and by the AI, as well as lesson plans that integrated problem situations commonly found in classrooms and prompts related to inquiry-based teaching. Discussion sessions were also held to address both the student teachers' conceptions of inquiry based teaching and their experiences using AI during their internships. Data analysis was conducted using the Content Analysis technique (Bardin, 2011), in conjunction with the theoretical framework on inquiry-based teaching and artificial intelligence, mobilized according to the specific activities developed in the course. The results indicated that the use of AI contributed, in general, to the improvement of structural and pedagogical aspects in lesson planning, such as the formulation of learning objectives, the diversification of teaching strategies, the choice of resources, and the proposal of evaluative activities. On the other hand, limitations were also identified, especially related to the need for critical review by the student teachers regarding the suggestions generated by the AI, revealing the importance of the teacher's role in adapting and adjusting the proposed content. When analyzing the presence of inquiry-based teaching elements in the lesson plans, it was observed that general stages of lesson planning, such as the introduction to the topic and the definition of procedures, were frequently included in the proposals generated by IAGen, indicating a tendency of the tool to reproduce more conventional pedagogical practices. Furthermore, more specific stages of the investigative process, such as problem formulation and, especially, hypothesis development, appeared less frequently or, in some cases, were not included. This finding suggests a limitation of IAGen in fully addressing the stages of inquiry-based teaching. Regarding students' conceptions of inquiry-based teaching, it was possible to perceive that the pre-service teachers highlighted the importance of stimulating student autonomy, problem-solving, hypothesis formulation, among other stages. These perspectives indicate that some students demonstrated a conceptual understanding of the principles of inquiry-based teaching. However, specific and, in some cases, poorly consolidated understandings were also observed, revealing that the understanding of the investigative approach is still in the process of formation for some students. Thus, the perceptions of undergraduate students regarding inquiry-based teaching, combined with practical experience using IAGen, highlight both advances and challenges in building an investigative teaching practice mediated by technologies. This research, therefore, raises reflections on the importance of initial training that promotes the conscious and critical pedagogical use of artificial intelligence, articulated with the fundamentals of inquiry-based teaching, in order to favor more autonomous, creative practices aligned with the current demands of science education.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Biológicas (IB)pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade UnB Planaltina (FUP)pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Física (IF)pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Química (IQ)pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Educação (FE)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Educação em Ciênciaspt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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