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dc.contributor.advisorConceição, Maria Inês Gandolfo-
dc.contributor.authorAugusto, Neiva Nayara de Oliveira-
dc.date.accessioned2026-07-13T17:29:40Z-
dc.date.available2026-07-13T17:29:40Z-
dc.date.issued2026-07-13-
dc.date.submitted2025-02-27-
dc.identifier.citationAUGUSTO, Neiva Nayara de Oliveira. Entre o pertencimento e o não-lugar : vivências de pessoas pardas que se reconhecem como negras na sociedade brasileira. 2025. 280 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55364-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA presente pesquisa trata do entre o pertencimento e o não-lugar: Vivências de pessoas pardas que se reconhecem como negras na sociedade brasileira, que tem como objetivo identificar, analisar e interpretar as dificuldades enfrentadas por pessoas pardas que se reconhecem como negras no contexto brasileiro. Para tanto, esta pesquisa está dividida em duas etapas. Etapa 1: Um estudo documental norteado pela Netnografia para a identificação, análise e interpretação das dificuldades enfrentadas por pessoas pardas que se reconhecem como negras no contexto brasileiro, através da análise de interações em comunidades virtuais no Instagram. Etapa 2: Um estudo realizado por meio de Grupos Focais visando ouvir pessoas pardas, baseadas em temas evocados na Etapa 1, buscando compreender suas experiências, percepções e representações, bem como analisar o lugar que ocupam dentro da estrutura social ao se reconhecerem como negras no contexto brasileiro. As duas etapas da pesquisa foram fundamentadas na metodologia de pesquisa qualitativa, utilizando a Netnografia e 12 Grupos Focais como método de coleta de dados. Participaram dos Grupos Focais 56 pessoas, das quais 54 se autodeclararam pardas que se reconheceram como negras. Entre os participantes, havia uma pessoa autodeclarada como Quilombola, três pessoas autodeclaradas com deficiência, uma pessoa autodeclarada como bissexual. A análise dos dados foi realizada por meio do MAXQDA e interpretação através da análise temática reflexiva. Como resultado foi possível evidenciar de forma singular sobre o significado de ser uma pessoa parda que se reconhece como negra, evidenciando que a ausência de pertencimento constitui a base do não-lugar. No entanto, diante das múltiplas interpelações levantadas, torna-se impossível definir o não-lugar como um conceito fixo ou absoluto. Os achados sobre o não-lugar se fizeram presente tanto na Netnografia como nos Grupos Focais. Os participantes dos dois estudos apresentaram semelhanças diante da importância do tema pertencimento como ponto de partida essencial para investigar as dificuldades enfrentadas por pessoas pardas ao se identificarem como negras.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.titleEntre o pertencimento e o não-lugar : vivências de pessoas pardas que se reconhecem como negras na sociedade brasileirapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordPertencimentopt_BR
dc.subject.keywordNegrospt_BR
dc.subject.keywordGrupo focalpt_BR
dc.subject.keywordPardospt_BR
dc.description.abstract1This research deals with the issue of belonging and non-place: Experiences of brown people who identify as black in Brazilian society, which aims to identify, analyze and interpret the difficulties faced by brown people who identify as black in the Brazilian context. To this end, this research is divided into two stages. Step 1: A documentary study guided by Netnography to identify, analyze and interpret the difficulties faced by brown people who identify as black in the Brazilian context, through the analysis of interactions in virtual communities on Instagram. Step 2: A study conducted through Focus Groups aimed at listening to brown people, based on themes raised in Stage 1, seeking to understand their experiences, perceptions, and representations, as well as to analyze the place they occupy within the social structure when they recognize themselves as black in the Brazilian context. The two stages of the research were based on the qualitative research methodology, using Netnography and 12 Focus Groups as a data collection method. 56 people participated in the Focus Groups, of which 54 self-identified as brown but identified as black. Among the participants, there was one person who self-identified as Quilombola, three people who self-identified as having a disability, and one person who self-identified as bisexual. Data analysis was performed using MAXQDA and interpretation through reflective thematic analysis. As a result, it was possible to demonstrate in a unique way the meaning of being a brown person who identifies as black, showing that the lack of belonging constitutes the basis of non-place. However, given the multiple questions raised, it becomes impossible to define non-place as a fixed or absolute concept. The findings on non-place were present in both the Netnography and the Focus Groups. The participants in both studies showed similarities regarding the importance of the theme of belonging as an essential starting point for investigating the difficulties faced by brown people when identifying themselves as black.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Psicologia (IP)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Psicologia Clínica (IP PCL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Culturapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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