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Veuillez utiliser cette adresse pour citer ce document : http://repositorio.unb.br/handle/10482/54394
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2025_ThaisUruenaLopesDeSouza_DISSERT.pdf623,79 kBAdobe PDFVoir/Ouvrir
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dc.contributor.advisorScheinkman, Daniela-
dc.contributor.authorSouza, Thaís Urueña Lopes de-
dc.date.accessioned2026-05-15T16:28:38Z-
dc.date.available2026-05-15T16:28:38Z-
dc.date.issued2026-05-15-
dc.date.submitted2026-02-11-
dc.identifier.citationSouza, Thaís Urueña Lopes de. Quando o Sentido Cai e Deixa (a) Desejar: A Metáfora e a Dimensão Criadora da Palavra na Praxis Analítica. 2025. 112 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54394-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA presente dissertação investiga a metáfora na clínica da neurose, articulando-a ao potencial criativo das palavras e ao efeito poético, com o objetivo de contribuir para o fazer analítico e demonstrar que ir além da significação pode favorecer o advir do sujeito. Lacan defende que, ao pensar a transmissão, a apreensão e a execução da técnica psicanalítica, não se pode prescindir dos fundamentos da fala e da linguagem. Propomos, então, um percurso desde o conceito freudiano de condensação (Verdichtung) até o paralelo linguístico estabelecido por Lacan, a saber, a metáfora, aqui entendida como um processo de substituição significante que culmina em um ganho de sentido. Salientamos que existe uma afinidade entre os conceitos de condensação, metáfora e criação poética, produzindo o inesperado a partir das brechas de sentido. Com o auxílio de vinhetas clínicas, reiteramos que o que se escuta em análise é o sujeito do inconsciente, aquele que ao falar, sempre diz mais do que pretende, rompendo a linearidade da significação. A partir disso, defendemos que um analista perspicaz não visa ao restabelecimento dessa linearidade, mas à abertura de um espaço onde o sentido possa cair e o sujeito se depare com o vazio do Real – o indizível. Na ausência da palavra, surge a oportunidade de o sujeito aparecer enquanto desejante e criativo, movimento possível via transferência. O analista, suporte da transferência, precisa estar aberto às surpresas e tropeços da fala, preservando a função de evocação da linguagem.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleQuando o Sentido Cai e Deixa (a) Desejar : A Metáfora e a Dimensão Criadora da Palavra na Praxis Analíticapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordMetáforapt_BR
dc.subject.keywordDesejopt_BR
dc.subject.keywordPrática clínicapt_BR
dc.description.abstract1This work investigates metaphor in the clinic of neurosis, articulating it with the creative potential of words and with the poetic effect, with the aim of contributing to analytic practice and of demonstrating that going beyond signification may favour the advent of the subject. Lacan argues that, when considering the transmission, apprehension, and execution of psychoanalytic technique, one cannot dispense with the foundations of speech and language. We therefore propose a trajectory from the Freudian concept of condensation (Verdichtung) to the linguistic parallel established by Lacan, namely metaphor, here understood as a process of substitution of signifiers that culminates in a gain of meaning. We emphasize that there is an affinity between the concepts of condensation, metaphor, and poetic creation, producing the unexpected from the gaps in meaning. With the aid of clinical vignettes, we reiterate that what is listened to in analysis is the subject of the unconscious, the one who, in speaking, always says more than is intended, breaking the linearity of signification. From this, we argue that a perspicacious analyst does not aim at the reestablishment of such linearity, but at the opening of a space where meaning may fall away and the subject may encounter the void of the Real — the unsayable. In the absence of the word, the opportunity arises for the subject to appear as desiring and creative, a movement made possible through transference. The analyst, as the support of transference, must remain open to the surprises and slips of speech, preserving the evocative function of language.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Psicologia (IP)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Psicologia Clínica (IP PCL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Culturapt_BR
Collection(s) :Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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