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Veuillez utiliser cette adresse pour citer ce document : http://repositorio.unb.br/handle/10482/54117
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SamantaNascimentoFabbris_DISSERT.pdf3,86 MBAdobe PDFVoir/Ouvrir
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dc.contributor.advisorSaraiva, Regina Coelly Fernandespt_BR
dc.contributor.authorFabbris, Samanta Nascimentopt_BR
dc.date.accessioned2026-02-24T18:08:25Z-
dc.date.available2026-02-24T18:08:25Z-
dc.date.issued2026-02-24-
dc.date.submitted2025-05-15-
dc.identifier.citationFABBRIS, Samanta Nascimento. Resistindo à fome, cozinhando a revolução: percepções de mulheres em uma cozinha solidária no Sol Nascente - Distrito Federal. 2025. 129 f., il. Dissertação (Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54117-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade UnB Planaltina, Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural, 2025.pt_BR
dc.description.abstractNo Brasil, a alimentação se insere em um cenário de intermináveis contradições. Esta é reconhecida como um direito de múltiplas e complexas dimensões, mas é controlada por um sistema alimentar hegemônico (dominado pelo agronegócio e pelas multinacionais alimentícias) e gerida por um Estado que ainda focaliza suas ações em políticas públicas pontuais. Atualmente, 19 milhões de brasileiros experienciam a Insegurança Alimentar e Nutricional (IAN) em sua forma mais grave, a qual se expressa de maneira desigual e urgente através da fome. Nesse panorama, a sociedade civil vem, historicamente, se organizando para combater as injustiças criadas por esse sistema e lutar contra a fome. O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), com o advento da pandemia de Covid-19, a ampliação das desigualdades e a problemática da fome agravada, engatilhou uma nova atuação: as Cozinhas Solidárias (CS). Esses espaços oferecem refeições gratuitas nas periferias do país e se fortalecem, também, como um local de fomento do poder popular, uma vez que se constroem e mantêm por bases verdadeiramente solidárias. Essa pesquisa focou sua análise na Cozinha Solidária localizada no Sol Nascente, território periférico do Distrito Federal, ainda em constantes transformações e atualmente, com o maior nível de IAN do DF. Esse território revela diversas formas de desigualdade e escancara a problemática do atual sistema alimentar. Assim, a partir de uma pesquisa etnográfica associada a entrevistas semiestruturadas, analisadas pela metodologia da análise de conteúdo proposta por Bardin (1977), investigou-se a percepção de três grupos de atores envolvidos na dinâmica da Cozinha Solidária: as cozinheiras, as agricultoras fornecedoras de alimentos e as mães de crianças que frequentam o reforço escolar oferecido no espaço. Os resultados demonstraram a CS como um espaço importante na rotina dos grupos de atores selecionados, contribuindo não só com a alimentação, mas com a sociabilidade, educação e saúde da comunidade. Ademais, revelou-se o protagonismo feminino na luta pela soberania e segurança alimentar e nutricional, e em toda a dinâmica que envolve a CS - do campo a cidade - bem como a sobrecarga experienciada por essas mulheres. A partir da complexidade de organização de um movimento social na luta pela alimentação para todos e da injusta realidade experienciada nas periferias, as Cozinhas Solidárias ainda são um campo vasto para estudos.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleResistindo à fome, cozinhando a revolução : percepções de mulheres em uma cozinha solidária no Sol Nascente - Distrito Federalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordSegurança alimentarpt_BR
dc.subject.keywordInsegurança alimentarpt_BR
dc.subject.keywordMovimentos sociaispt_BR
dc.subject.keywordProtagonismo femininopt_BR
dc.subject.keywordSolidariedadept_BR
dc.subject.keywordMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)pt_BR
dc.subject.keywordAlimentação saudávelpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1In Brazil, the food right is placed in a scenario of endless contradictions. This right is recognized to have multiple and complex dimensions, but it is controlled by a hegemonic food system (dominated by agribusiness and food multinationals) and managed by a State that still focuses its actions on punctual public policies. Currently, 19 million Brazilians experience Food and Nutrition Insecurity (IA) in its most serious form, which is expressed unevenly and urgently through hunger. In this panorama, civil society has historically organized itself to combat the injustices created by this system and fight against hunger. The Homeless Workers Movement (MTST), with the advent of the Covid-19 pandemic, the expansion of inequalities and the problem of worsening hunger, initiated a new activity: the Solidarity Kitchens (CS). These spaces offer free meals on the outskirts of the country and are also strengthened as a place to promote popular power, as they are built and maintained on truly solidary bases. This research focused its analysis on the Solidarity Kitchen located in Sol Nascente, a outskirt territory of the Federal District (DF), still undergoing constant transformations and currently, with the highest level of IA in the DF. This space reveals various forms of inequality and exposes the problems of the current food system. Thus, based on ethnographic research associated with semi-structured interviews, analyzed using the content analysis methodology proposed by Bardin (1977), the perception of three groups of actors involved in the Solidarity Kitchen dynamics was investigated: the cooks, the farmers who supply food and mothers of children who attend the school support offered in the space. The results demonstrated the CS as an important space in the routine of the groups of selected actors, contributing not only to food, but to the sociability, education and health of the community. Furthermore, the female protagonism in the fight for food and nutritional sovereignty and security was revealed, in all the dynamics involving CS - from the countryside to the city - as well as the overload experienced by these women. Based on the complexity of organizing a social movement in the fight for food for all and the unfair reality experienced on the outskirts, Solidarity Kitchens are still a vast field for studies.en
dc.description.unidadeFaculdade UnB Planaltina (FUP)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Ruralpt_BR
Collection(s) :Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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