<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/45731</link>
    <description />
    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 02:11:43 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-12T02:11:43Z</dc:date>
    <item>
      <title>Triagem e monitoramento de mutações no gene GATA1 na leucemogênese associada à Síndrome de Down</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54783</link>
      <description>Título: Triagem e monitoramento de mutações no gene GATA1 na leucemogênese associada à Síndrome de Down
Autor(es): Henrique, Brenno Vinicius Martins
Resumo: Introdução: Crianças portadoras da síndrome de Down apresentam risco significativamente elevado para o desenvolvimento de malignidades hematológicas,destacando-se, em particular, uma forma rara e específica de leucemia mieloide,denominada leucemia mieloide associada à síndrome de Down (ML-DS). Entre os múltiplos eventos biológicos envolvidos na patogênese, a combinação da trissomia do cromossomo 21 com mutações localizadas nos éxons 2 e 3 do gene GATA1, que codifica um fator de transcrição essencial para a hematopoiese, desempenha papel determinante ao promover proliferação celular desregulada. Essas mutações alteram a produção da proteína GATA-1 em sua forma canônica, resultando em redução de sua abundância e concomitante aumento da expressão de uma isoforma truncada, conhecida como GATA1s. A ocorrência dessas variantes é mais frequente nos éxons 2 e 3, e sua manifestação pode ocorrer por diferentes mecanismos, incluindo substituições, duplicações ou deleções. Dessa forma,tais alterações moleculares configuram potenciais marcadores diagnósticos e de monitoramento da patologia, permitindo a identificação de células malignas tanto no diagnóstico inicial quanto na detecção de recidivas. No presente estudo, exploramos esse panorama molecular, fundamentado na análise de mutações específicas em GATA1, com o objetivo de monitorar pacientes diagnosticados com ML-DS e submetidos a protocolos terapêuticos. Métodos: Neonatos hematologicamente normais e com o diagnóstico da síndrome de Down foram incluídos. As amostras de sangue que possuíam viabilidade celular foram analisadas por citometria de fluxo (CFM) para imunofenotipagem e posterior avaliação de mutações no gene GATA1 por reação em cadeia da polimerase em tempo real(PCR) com análise de curva melting de alta resolução. As variantes finais foram anotadas utilizando a plataforma Varsome (https://varsome.com/), que fornece classificação clínica baseada nas diretrizes da ACMG, bem como informações sobre frequência populacional,patogenicidade e literatura associada. Resultados: O estudo incluiu um total de 213 pacientes, divididos em três grupos distintos. O primeiro grupo foi composto por recém-nascidos com síndrome de Down (SD), sem alterações hematológicas, encaminhados para triagem de mutações no gene GATA1 (triagem neonatal). O segundo grupo incluiu pacientes com até 6 meses de idade, com alterações hematológicas que suportem a suspeita de transtorno mieloproliferativo transitório associada à SD (TAM). O terceiro grupo foi formado por pacientes entre 6 meses e 5 anos com alterações hematológicas, classificados como suspeitos de leucemia mieloide associada à síndrome de Down (LM-SD). Na análise realizada, um total de 58 variantes foram classificadas conforme segue: 26 variantes foram consideradas patogênicas, 22 variantes como provavelmente patogênicas, e 10 variantes foram classificadas como de significado incerto.Não foram identificadas variantes nas categorias de provavelmente benigna ou benigna.Discussão: Ao longo deste estudo, conseguimos reunir informações importantes sobre as mutações no gene GATA1 em crianças com síndrome de Down, mas muitos pontos ainda precisam ser melhor compreendidos. Um dos principais desafios que enfrentamos foi a quantidade expressiva de variantes classificadas como de significado incerto.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Patologia Molecular, 2025.</description>
      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/54783</guid>
      <dc:date>2026-06-11T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Investigação de marcadores moleculares relacionados à recaída e estudo do microambiente tumoral em leucemias linfoblásticas agudas de células B com alterações recorrentes de prognóstico favorável</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54782</link>
      <description>Título: Investigação de marcadores moleculares relacionados à recaída e estudo do microambiente tumoral em leucemias linfoblásticas agudas de células B com alterações recorrentes de prognóstico favorável
Autor(es): Ribeiro, Marina da Costa
Resumo: A leucemia linfoblástica aguda de células B (LLA-B) é a neoplasia maligna mais &#xD;
comum na população pediátrica, caracterizada pela proliferação descontrolada de precursores &#xD;
linfoides imaturos. Dentre os subtipos de LLA-B, os classificados como de bom prognóstico, &#xD;
especialmente aqueles com as alterações genéticas ETV6::RUNX1, alta hiperdiploidia e &#xD;
TCF3::PBX1, apresentam desfechos clínicos favoráveis. Entretanto, a recaída ainda ocorre em &#xD;
uma parcela significativa desses pacientes, indicando a necessidade de melhor compreensão &#xD;
dos mecanismos moleculares subjacentes à progressão da doença. O presente estudo teve como &#xD;
objetivo caracterizar clinicamente e molecularmente uma coorte pediátrica de pacientes com &#xD;
LLA-B com alterações de bom prognóstico, investigando alterações genéticas secundárias e &#xD;
perfis de expressão gênica associados à recaída, além de analisar a composição do &#xD;
microambiente medular e seu possível impacto no desfecho clínico. Para tanto, foram avaliadas &#xD;
amostras de pacientes submetidos a protocolos terapêuticos padronizados, utilizando técnicas &#xD;
de sequenciamento de RNA (RNA-seq) para análise diferencial de expressão gênica entre &#xD;
amostras de diagnóstico e recaída, bem como entre amostras do momento do diagnóstico de &#xD;
pacientes em remissão e aqueles que apresentaram recaída, além da pesquisa de fusões e &#xD;
chamada de variantes. Adicionalmente, foi realizada caracterização do microambiente medular &#xD;
por citometria de fluxo, com enfoque nas populações celulares estromais, endoteliais e &#xD;
mesenquimais. Os resultados evidenciaram diferenças significativas na expressão gênica entre &#xD;
diagnóstico e recaída em subtipos específicos, destacando genes associados a vias &#xD;
proliferativas, metabólicas, imunológicas e de interação com o microambiente, sugerindo &#xD;
mecanismos moleculares complexos envolvidos na progressão da LLA-B. Foram identificadas &#xD;
alterações genéticas secundárias relevantes, como deleções em IKZF1, PAX5 e CDKN2A/B, &#xD;
além de variantes patogênicas em CREBBP e alterações na região PAR1, que podem contribuir &#xD;
para a resistência terapêutica e pior prognóstico. A análise do microambiente medular indicou &#xD;
uma tendência, ainda que não estatisticamente significativa, de associação entre maior &#xD;
proporção de células endoteliais e pior desfecho clínico, tendo como ponto de corte um valor &#xD;
maior que 14,15% de células endoteliais no compartimento de estromais. Não foram observadas &#xD;
diferenças expressivas na expressão gênica do microambiente entre os grupos com células &#xD;
endoteliais aumentadas e com níveis normais. Este estudo reforça a complexidade biológica da &#xD;
LLA-B de bom prognóstico e a importância do monitoramento genético contínuo para a &#xD;
identificação precoce de marcadores de risco. Apesar das limitações relativas ao tamanho &#xD;
amostral e à heterogeneidade dos dados, os achados destacam a necessidade de abordagens &#xD;
integrativas e individualizadas para aprimorar a estratificação de risco e o manejo terapêutico, &#xD;
contribuindo para a melhoria dos desfechos clínicos em pacientes pediátricos com LLA-B.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Patologia Molecular, 2025.</description>
      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/54782</guid>
      <dc:date>2026-06-11T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Desenvolvimento de anticorpos monoclonais anti-fusion loop de ortoflavivírus a partir de uma biblioteca combinatória apresentada em fago (phage display) derivada de células B de memória</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54781</link>
      <description>Título: Desenvolvimento de anticorpos monoclonais anti-fusion loop de ortoflavivírus a partir de uma biblioteca combinatória apresentada em fago (phage display) derivada de células B de memória
Autor(es): Antonelli, Ana Clara Barbosa
Resumo: Os ortoflavivírus, como dengue (DENV), zika (ZIKV) e febre amarela (YFV), constituem &#xD;
um importante problema de saúde pública, e ainda não há terapias antivirais específicas &#xD;
disponíveis. Diante desse cenário, anticorpos monoclonais humanos surgem como &#xD;
ferramentas promissoras para o desenvolvimento de terapias direcionadas e estratégias &#xD;
profiláticas. Este trabalho teve como objetivo a geração e aplicação de uma biblioteca &#xD;
apresentada em fago (phage display) derivada de células B de memória humanas para a &#xD;
seleção de anticorpos monoclonais contra o fusion loop (FL), uma região altamente &#xD;
conservada da proteína de envelope (E) dos ortoflavivírus que pode favorecer a &#xD;
recuperação de clones com amplo espectro de neutralização. A biblioteca foi construída &#xD;
no formato single-chain variable fragment (scFv), utilizando o vetor pComb3XSS, e &#xD;
apresentou diversidade estimada de 7,8 × 10⁶ transformantes. O repertório foi obtido a &#xD;
partir de células mononucleares de sangue periférico de indivíduos previamente expostos &#xD;
a DENV e/ou ZIKV, estimuladas in vitro para a expansão de células B de memória. O &#xD;
processo de seleção foi realizado com um peptídeo mimético do fusion loop do envelope &#xD;
viral, e os clones enriquecidos foram analisados por sequenciamento de nova geração &#xD;
(NGS) e convertidos para os formatos FvFc e IgG1, visando expressão em células &#xD;
Expi293. Dois anticorpos, FH2 e FH4, foram expressos e purificados com sucesso no &#xD;
formato IgG1. Ambos apresentaram ligação a ZIKV e aos quatro sorotipos de DENV, &#xD;
com diferentes perfis de afinidade, e demonstraram neutralização efetiva contra ZIKV e &#xD;
DENV-2. Esses resultados confirmam que o loop de fusão é um alvo funcional capaz de &#xD;
induzir anticorpos humanos de ampla reatividade e neutralização cruzada. O conjunto de &#xD;
dados obtido validam a abordagem experimental empregada, demonstrando que a &#xD;
combinação entre phage display e repertórios de memória humana é capaz de gerar &#xD;
anticorpos de alta afinidade e relevância funcional, e que a utilização do fusion loop como &#xD;
alvo favoreceu a seleção de anticorpos de ligação cruzada. Esses achados contribuem para &#xD;
o avanço do desenvolvimento de anticorpos terapêuticos contra ortoflavivírus.
Informações adicionais: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Patologia Molecular, 2025.</description>
      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/54781</guid>
      <dc:date>2026-06-11T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação do perfil de resistência de Klebsiella pneumoniae frente ao peptídeo BotrAMP 14</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54780</link>
      <description>Título: Avaliação do perfil de resistência de Klebsiella pneumoniae frente ao peptídeo BotrAMP 14
Autor(es): Feitosa, Gabriel Cidade
Resumo: A resistência aos antimicrobianos (RAM) é considerada um dos maiores desafios globais de &#xD;
saúde pública, sendo responsável por mais de 4 milhões de mortes em 2021 e por projeções &#xD;
alarmantes de 10 milhões para 2050. Klebsiella pneumoniae, uma bactéria gram-negativa &#xD;
oportunista frequentemente associada a infecções nosocomiais, destaca-se entre os patógenos &#xD;
prioritários para o desenvolvimento de novas terapias da OMS. Diante desse cenário, terapias &#xD;
baseadas em peptídeos antimicrobianos têm se mostrado promissoras no enfrentamento da &#xD;
RAM. Este estudo teve como objetivo induzir e caracterizar o perfil de resistência de K. &#xD;
pneumoniae ATCC 13883 ao peptídeo BotrAMP 14 por meio de trajetória evolutiva de 24 &#xD;
rodadas. Surpreendentemente, em apenas seis rodadas de exposição já puderam ser observadas &#xD;
5 das 10 linhagens, nomeadas KpG 1 a 10, induzidas com sucesso à resistência, e dessas, duas, &#xD;
KpG 1 e 4, demonstraram notável capacidade adaptativa sob pressão seletiva, atingindo níveis &#xD;
de resistência estáveis de até 16 vezes superiores à concentração inibitória mínima (CIM) inicial &#xD;
de 4 µM da cepa parental. As linhagens induzidas apresentaram resistência colateral, com &#xD;
alterações nos perfis de resistência da linhagem parental à colistina, à amicacina e às &#xD;
fluoroquinolonas, e a resistência colateral não foi estável após dez dias sem exposição ao agente &#xD;
seletivo. Além disso, foi avaliado o aumento do custo metabólico nas linhagens mais resistentes &#xD;
KpG 1 e 4, como sua taxa crescimento (T.C) por hora que foi retardada em até 16%, sua taxa &#xD;
de duplicação (T.D) aumentada em até 20% e com isso uma diminuição do crescimento máximo &#xD;
das bactérias em até 5% na fase log. Esses achados podem contribuir para um melhor &#xD;
entendimento do agente patogênico K. pneumoniae e para novas estratégias na batalha frente a&#xD;
resistência aos antimicrobianos.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Patologia Molecular, 2026.</description>
      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/54780</guid>
      <dc:date>2026-06-11T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

