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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/45731</link>
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    <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 23:56:34 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-03-12T23:56:34Z</dc:date>
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      <title>Fitoquímica da ayahuasca produzida com diferentes etnotaxa de cipós (malpighiaceae) : revisão de literatura e cromatografia</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54258</link>
      <description>Título: Fitoquímica da ayahuasca produzida com diferentes etnotaxa de cipós (malpighiaceae) : revisão de literatura e cromatografia
Autor(es): Saenz, Yurani Carolina Saavedra
Resumo: A Ayahuasca é um enteógeno de grande importância cultural e medicinal,&#xD;
consumido por diversas comunidades indígenas da Amazônia e de outras regiões da&#xD;
América Latina. Tradicionalmente, a bebida é preparada a partir de uma mistura complexa&#xD;
de plantas, sendo as mais comuns o cipó Banisteriopsis caapi (Spruce ex Griseb.) C.V.&#xD;
Morton (Malpighiaceae) e as folhas de Psychotria viridis Ruiz &amp; Pav. (Rubiaceae). O&#xD;
objetivo deste estudo foi revisar a literatura e os herbários para compilar as espécies&#xD;
historicamente utilizadas no preparo da Ayahuasca. A pesquisa foi realizada em várias&#xD;
bases de dados e incluiu uma busca nos herbários COAH, COL, F, GH, IAN, K, L, MICH,&#xD;
MO, NY, UB, UBC e US, utilizando nomes vernaculares relacionados à bebida. Foram&#xD;
identificadas 27 espécies designadas como Ayahuasca, das quais 15 já estavam&#xD;
documentadas na literatura e 12 foram reveladas pela primeira vez por meio da análise&#xD;
dos herbários, o que destaca a importância da documentação científica no registro do&#xD;
conhecimento tradicional. Essas espécies pertencem predominantemente à família&#xD;
Malpighiaceae, com ênfase no gênero Banisteriopsis, além de 12 espécies conhecidas&#xD;
como Chacrona ou Chacropanga, com predominância do gênero Psychotria.&#xD;
Adicionalmente, o estudo também investigou os compostos químicos presentes em&#xD;
bebidas preparadas com diferentes etnotaxa de B. caapi, com o objetivo de verificar se as&#xD;
diferenças nos efeitos fisiológicos relatados pelos usuários estão associadas às variações&#xD;
químicas dessas linhagens. A análise foi realizada utilizando técnicas cromatográficas&#xD;
avançadas, como Cromatografia em Camada Fina (TLC), Cromatografia Líquida de Alta&#xD;
Eficiência com Detector de Arranjo Diodo (HPLC-DAD), Cromatografia Líquida&#xD;
Acoplado a Espectrômetro de Massas (HPLC-MS/MS), Cromatografia Preparativa (PrepLC), Cromatografia em Coluna de Fase Reversa (RP-CC) e Espectrometria de&#xD;
Ressonância Magnética Nuclear (RMN). Os resultados indicaram que as bebidas&#xD;
apresentaram composições químicas distintas. Esses achados sugerem que a divergência&#xD;
nos efeitos percebidos pelos usuários pode ser explicada pelas diferenças químicas entre&#xD;
os etnotaxa de B. caapi, o que reforça a ideia de que o efeito fisiológico da Ayahuasca é&#xD;
fortemente influenciado pela composição química da planta utilizada. Este estudo não&#xD;
apenas contribui para o entendimento das características químicas das linhagens de B.&#xD;
caapi, mas também destaca a importância da preservação e documentação do&#xD;
conhecimento tradicional, essencial para futuras aplicações medicinais e culturais da&#xD;
Ayahuasca.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2025.</description>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-03-12T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Apresentação agregada das anteras do morfo brevistilo : implicações ecológicas e morfológicas no processo de fluxo de pólen em Palicourea rigida Kunth</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54257</link>
      <description>Título: Apresentação agregada das anteras do morfo brevistilo : implicações ecológicas e morfológicas no processo de fluxo de pólen em Palicourea rigida Kunth
Autor(es): Pereira, Isadora Cardoso
Resumo: Em espécies distílicas, a hercogamia exerce um papel fundamental na promoção do fluxo legítimo de
pólen. Em Palicourea rigida (Rubiaceae), registramos um arranjo espacial incomum dos órgãos
altos, no morfo brevistilo, caracterizado pela agregação das anteras e deslocamento do estigma
longistilo. Essa hercogamia recíproca tridimensional funciona como um mecanismo compensatório
para a baixa reciprocidade e a deposição imprecisa de pólen frequentemente observadas entre os
órgãos altos. As flores são visitadas majoritariamente por beija-flores e abelhas, apesar de ambos
serem eficientes no fluxo de pólen, parecem interagir de forma distinta com a morfologia floral:
beija-flores parecem promover com maior eficiência o fluxo legítimo de pólen entre os órgãos
baixos, enquanto as abelhas atuam mais intensamente entre os órgãos altos, onde ocorre a
hercogamia recíproca tridimensional, devido a diferenças na deposição de pólen em seus corpos.
Além disso, a agregação das anteras favorece uma liberação mais volumosa de pólen, especialmente
na região dorsal do corpo dos polinizadores, aumentando a chance de contato com o estigma oposto.
Nossos dados mostram que os órgãos altos apresentam maior variabilidade posicional e angulação
voltada à face superior da corola, enquanto os órgãos baixos são mais estáveis e precisos. Os
resultados sugerem uma especialização funcional entre morfos e tipos de polinizadores, além de
expandirem o conceito de hercogamia recíproca tridimensional para flores tubulares,
tradicionalmente associadas apenas à reciprocidade bidimensional.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2025.</description>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-03-12T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estabelecimento in vitro de Chamaecostus subsessilis (Costaceae) : estratégias de assepsia para subsidiar micropropagação e conservação ex situ</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54256</link>
      <description>Título: Estabelecimento in vitro de Chamaecostus subsessilis (Costaceae) : estratégias de assepsia para subsidiar micropropagação e conservação ex situ
Autor(es): Santo, Flávia Regina da Silva do Espirito
Resumo: Espécies vegetais tropicais estão cada vez mais ameaçadas por fatores como desmatamento,
mudanças climáticas e outras atividades antrópicas, que levam à perda de habitat e ao declínio
de populações. A preservação dessas espécies requer estratégias de conservação tanto in situ,
preservando os indivíduos em seus habitats naturais, quanto ex situ, utilizando técnicas que
permitam sua manutenção e propagação fora do ambiente natural. Nesse contexto, a cultura de
tecidos vegetais surge como uma ferramenta promissora, permitindo a multiplicação rápida e
em larga escala de plantas com potencial ornamental, medicinal ou ecológico, especialmente
aquelas com risco de extinção ou com difícil propagação por métodos convencionais. A espécie
Chamaecostus subsessilis C.D.Specht é uma erva endêmica da América do Sul, pertencente à
família Costaceae, grupo que inclui plantas de interesse paisagístico e terapêutico. No Brasil,
C. subsessilis ocorre Cerrado e nas suas transições com a Amazônia e a Mata Atlântica e
destaca-se pelo seu valor ornamental, adaptabilidade e potencial para uso medicinal. Apesar
de sua relevância, não existia até então estudos sobre sua micropropagação, o que limita
estratégias de conservação e a exploração sustentável da espécie para fins paisagísticos e
farmacológicos. Portanto, desenvolver protocolos de cultura de tecidos in vitro para C.
subsessilis é essencial para sua conservação ex situ, incluindo seu uso em programas de
paisagismo e preservação de recursos genéticos vegetais.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2025.</description>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-03-12T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Flora de Goiás e do Distrito Federal : cactaceae</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54255</link>
      <description>Título: Flora de Goiás e do Distrito Federal : cactaceae
Autor(es): Cardoso, Antônio Gabriel Torres
Resumo: O tratamento taxonômico das Cactaceae nativas do estado de Goiás (GO) e do Distrito Federal (DF) é aqui apresentado. Um considerável esforço de coletais foi empregado para assegurar a existência de material preservado para esta família de plantas que é amplamente conhecida por amadores porém pouco representada em coleções de herbário. No Cerrado, as espécies de Cactaceae estão mais frequentemente associadas com diferentes litobiomas numa matriz de cerrado ou flowerstas secas. Este tratamento inclui uma chave de identificação para os gêneros e espécies, descrições, comentários diagnósticos e ecológicos, distribuição e estado de conservaçãod as espécies e ilustrações. Vinte e quatro espécies foram registradas na área de estudo, com predomínio de Pilosocereus (8 espécies), Cereus (5 spp.) e Discocactus (3 spp.), das quais Cereus alex-bragae, Discocactus faria-peresii, Pilosocereus cristalinensis, P. machrisii, P. novaromanus e P. vilaboensis são endêmicas de Goiás. As três espécies encontradas no Distrito Federal (Cereus pierrebraunianus, Epiphyllum phyllanthus e Selenicereus setaceus) estão representadas também em Goiás.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2025.</description>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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