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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/1522</link>
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    <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:38:06 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-13T10:38:06Z</dc:date>
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      <title>Transformações no mundo do trabalho da gestão e a saúde do trabalhador e da trabalhadora no Ministério da Saúde : durante a pandemia de Covid-19.</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54102</link>
      <description>Título: Transformações no mundo do trabalho da gestão e a saúde do trabalhador e da trabalhadora no Ministério da Saúde : durante a pandemia de Covid-19.
Autor(es): Carvalho, Daniela Maria Cruz Ferreira de
Resumo: Objetivo: Analisar as condições de saúde e o impacto organizacional e humano da pandemia
de Covid-19 sobre os trabalhadores da gestão no Ministério da Saúde, considerando fatores
socioeconômicos, epidemiológicos e percepções subjetivas sobre o processo de trabalho.
Método: Estudo observacional, descritivo e transversal, de abordagem mista (quantitativa e
qualitativa), realizado com 746 trabalhadores(as) da área de gestão do Ministério da Saúde. A
coleta de dados ocorreu entre julho e outubro de 2021, por meio de questionário eletrônico
semiestruturado aplicado via Google Forms. Os dados das questões fechadas foram
organizados no Microsoft Excel para verificação de completude e consistência, e
posteriormente analisados no software estatístico JAMOVI (versão 2.6.44). As questões
abertas foram examinadas pela técnica de Análise de Conteúdo, modalidade temática,
conforme Bardin. Resultados: 50% dos participantes relataram intensificação do ritmo de
trabalho, 40% aumento da carga horária, 70% ausência de suporte institucional adequado para
o teletrabalho, 69% desequilíbrio entre vida pessoal e profissional, e 63% impactos negativos
na saúde mental. Entre os trabalhadores que avaliaram a saúde mental como "ruim" ou
"péssima" (83%), destacaram-se mulheres (57%) e indivíduos com renda entre cinco e dez
salários-mínimos. A análise qualitativa confirmou esses achados, evidenciando aumento da
ansiedade, da sobrecarga emocional, da dificuldade em conciliar trabalho e vida pessoal e a
percepção de falhas na gestão da crise, gerando sentimentos de medo, impotência e
esgotamento. Considerações finais: A pandemia impactou significativamente a saúde, o
bem-estar e as condições de trabalho dos servidores da gestão pública, exigindo a
implementação de políticas institucionais mais inclusivas, práticas de gestão humanizadas,
fortalecimento da infraestrutura e valorização dos trabalhadores. Recomenda-se a criação de
espaços de escuta e novos estudos que aprofundem a análise dos impactos e subsidiem
melhorias no serviço público.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação Profissional em Saúde Coletiva, 2025.</description>
      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/54102</guid>
      <dc:date>2026-02-24T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Introducing a multilevel analytic model of science communication : applications to Covid-19, genetically modified foods, and vaccine hesitancy</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/53998</link>
      <description>Título: Introducing a multilevel analytic model of science communication : applications to Covid-19, genetically modified foods, and vaccine hesitancy
Autor(es): Pontes, Andressa Alves Bonafé
Resumo: As respostas do público à ciência são moldadas por uma complexa interação de fatores psicológicos,&#xD;
sociais e contextuais. Diante de desafios globais profundamente enraizados na ciência - como&#xD;
pandemias, mudanças climáticas e hesitação vacinal - a comunicação científica eficaz é essencial para&#xD;
orientar a tomada de decisão tanto em nível individual quanto institucional. Fundamentada na psicologia&#xD;
social, esta tese avança na compreensão de como as pessoas se envolvem com informações científicas&#xD;
ao propor e aplicar um Modelo Analítico Multinível (MAM) que integra determinantes individuais,&#xD;
grupais e contextuais da recepção e do impacto das mensagens. Ela é composta por seis manuscritos&#xD;
que refletem o desenvolvimento teórico e a aplicação empírica deste modelo. O Manuscrito 1 investiga&#xD;
como participantes brasileiros avaliam a veracidade de informações compartilhadas em grupos de&#xD;
WhatsApp com orientação política, destacando o papel da orientação política, da confiança nas fontes e&#xD;
do pensamento aberto. O Manuscrito 2 apresenta o MAM e discute seus fundamentos conceituais e&#xD;
metodológicos. O Manuscrito 3 aplica o modelo ao caso dos alimentos geneticamente modificados,&#xD;
testando uma intervenção informacional e identificando os principais preditores de mudança de crença.&#xD;
Os Manuscritos 4 e 5 abordam a carência de instrumentos culturalmente apropriados, adaptando e&#xD;
validando para o português brasileiro as escalas de Pensamento Ativamente Aberto sobre Evidências&#xD;
(AOT-E) e de Raciocínio Científico (SRS). Por fim, o Manuscrito 6 apresenta um estudo multinacional&#xD;
sobre aceitação da vacina contra a dengue, testando uma intervenção baseada na redução da distância&#xD;
psicológica e examinando a interação de preditores em níveis micro e macro, como raciocínio científico e&#xD;
rigidez cultural. Em conjunto, esses estudos avançam o conhecimento teórico, metodológico e empírico&#xD;
na área de comunicação científica, oferecendo uma compreensão abrangente e sensível ao contexto&#xD;
sobre como as mensagens científicas são processadas no Brasil e em outros países.
Informações adicionais: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2025.</description>
      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/53998</guid>
      <dc:date>2026-02-10T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Infância, pandemia e educação : vivências e espacialidades de crianças em meio à crise</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/53978</link>
      <description>Título: Infância, pandemia e educação : vivências e espacialidades de crianças em meio à crise
Autor(es): Díaz, Diego Andres Barrios
Resumo: Esta tese tem como objetivo geral analisar as vivências de crianças do Distrito Federal
no contexto da pandemia do Covid-19, durante o período de confinamento imposto pelo
vírus e no contexto de retomada das atividades escolares presenciais. O trabalho surge a
partir da constatação de que as lacunas impostas pela conjuntura pandêmica
representaram ameaças para as vidas de crianças em diferentes posições sociais,
históricas e geográficas. Compreende-se que as crianças estabelecem relações originais
com o espaço e articulam-se distintos enfoques teóricos que dão visibilidade à
participação das crianças em pesquisas. O campo empírico foi realizado em duas
escolas do Distrito Federal em territórios urbanos e rurais. A metodologia consistiu na
elaboração de espaços de escuta e diálogo que permitiram a produção de representações
espaciais que narram o que as crianças sentiram e viveram durante a pandemia. Os
Mapas Vivenciais constituem o instrumento central para a produção da informação
desta abordagem metodológica. As análises apontam que as crianças reinventaram suas
práticas espaciais durante a pandemia como parte de um processo de reelaboração
criadora do espaço, de suas dinâmicas e sentidos. A escola emerge em suas narrativas
como centro da vida, espaço relacional de resistência da vida como cooperação e
encontro.
Informações adicionais: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2025.</description>
      <pubDate>Mon, 09 Feb 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/53978</guid>
      <dc:date>2026-02-09T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Segurança alimentar em tempos de crise : impactos da Covid-19 em comunidades indígenas amazônicas distribuídas ao longo de um gradiente rural-urbano</title>
      <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/53833</link>
      <description>Título: Segurança alimentar em tempos de crise : impactos da Covid-19 em comunidades indígenas amazônicas distribuídas ao longo de um gradiente rural-urbano
Autor(es): Silva, Thamires Costa da
Resumo: A Amazônia enfrenta transformações profundas decorrentes de grandes projetos de
desenvolvimento, desmatamento e perda de biodiversidade que estão fortemente vinculadas ao
avanço do processo de urbanização da região. Essas transformações afetam especialmente os
sistemas alimentares dos povos indígenas, mas os impactos desse processo e suas implicações
em contextos de crise, como a pandemia de COVID-19, permanecem pouco compreendidos.
Este estudo investiga de que maneira a proximidade dos centros urbanos reconfigura os
contextos ecológicos, socioculturais e socioeconômicos nos quais operam os sistemas
alimentares indígenas e como a intensificação das influências ocidentais sobre esses sistemas
moldou os impactos da pandemia na segurança alimentar dessas comunidades. Para isso foi
desenvolvido um estudo de caso em cinco comunidades indígenas Ashaninka distribuídas ao
longo de um gradiente rural-urbano, na Amazônia peruana. A coleta de dados incluiu
principalmente a realização de grupos focais, entrevistas semiestruturadas e questionários. Os
resultados revelam que, à medida que as comunidades se aproximam de áreas urbanas, há uma
transição alimentar progressiva, que reduz a autonomia produtiva e aumenta a dependência das
comunidades do mercado, o que se mostrou crítico no contexto da pandemia. Enquanto
comunidades mais integradas aos centros urbanos enfrentaram maior insegurança alimentar
devido à interrupção das cadeias de suprimento e restrições econômicas, aquelas mais isoladas
demonstraram maior resiliência ao manter sistemas alimentares tradicionais baseados na
agricultura, caça e pesca. Essas diferenças ressaltam a necessidade de políticas públicas que vão
além da proteção da segurança alimentar indígena e do reconhecimento dos sistemas
alimentares tradicionais. Os conhecimentos e práticas alimentares indígenas oferecem
contribuições relevantes para repensar modelos de produção e consumo sustentáveis, com
implicações que ultrapassam o contexto amazônico. Garantir a continuidade desses sistemas
não apenas fortalece a autonomia das comunidades indígenas, mas também amplia estratégias
para enfrentar desafios globais, como a vulnerabilidade alimentar, a degradação ambiental e a
sustentabilidade dos recursos naturais. Incorporar esses saberes em debates mais amplos pode
trazer soluções inovadoras para a segurança alimentar e o equilíbrio entre conservação e
desenvolvimento.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável, 2025.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unb.br/handle/10482/53833</guid>
      <dc:date>2026-01-30T00:00:00Z</dc:date>
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