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    <title>DSpace Communidade:</title>
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    <dc:date>2026-06-23T18:31:19Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/55027">
    <title>Efeito do exercício resistido e da suplementação de magnésio dimalato na reabilitação de covid longa</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55027</link>
    <description>Título: Efeito do exercício resistido e da suplementação de magnésio dimalato na reabilitação de covid longa
Autor(es): Rocha, Gabriel Carvalho
Resumo: Introdução: A COVID Longa é categorizada por sintomas que perduram por mais de 12 semanas nos&#xD;
pacientes após a fase aguda da COVID-19. Trata-se de uma doença multissistêmica que pode causar:&#xD;
danos a múltiplos órgãos, afetar o sistema neurológico e cognitivo, impactar o sistema reprodutivo,&#xD;
respiratório, além de síndrome da fadiga crônica e disautonomia. O treinamento resistido (TR) tem&#xD;
papel essencial no fortalecimento e no aumento da massa muscular, o que pode melhorar a capacidade&#xD;
funcional da população. Estratégias de suplementação alimentar também podem ser úteis no que se&#xD;
refere à reabilitação de COVID Longa e podem funcionar como adjuvante ao TR. Dos suplementos&#xD;
com potencial benefício, destaca-se o magnésio dimalato. Ele poderia potenciar efeitos benéficos do&#xD;
treinamento, bem como sobre eventual sintomatologia persistente típica da COVID-19, tais como&#xD;
fadiga e cansaço. Objetivo: Analisar o efeito do TR combinado com a suplementação de magnésio&#xD;
dimalato sobre a sintomatologia de COVID Longa de indivíduos acometidos pela doença.&#xD;
Metodologia: Ensaio clínico quasiexperimental programado para acontecer em 12 semanas composto&#xD;
por dois grupos. Um grupo de TR sem suplementação (TRAD) e um grupo de TR combinado com a&#xD;
suplementação de magnésio dimalato (SUP). A amostra foi composta por indivíduos maiores de 18&#xD;
anos, inativos fisicamente por 3 meses, que haviam sido diagnosticados com COVID-19 há pelo&#xD;
menos 3 meses e no máximo 24 meses e que apresentaram pelo menos 1 sintoma persistente de&#xD;
COVID-19. As variáveis antropométricas, funcionais e bioquímicas foram avaliadas em 3 momentos,&#xD;
junto à força de preensão manual, espessura do bíceps, pressão arterial, capacidade funcional e a&#xD;
intensidade e prevalência de sintomas, avaliadas através do questionário DSQ-COVID. Resultados e&#xD;
discussão: Oito pacientes completaram 6 semanas e cinco completaram 12 semanas de treinamento.&#xD;
Na análise de 6 semanas, apenas o grupo SUP apresentou redução significativa do escore de sintomas&#xD;
(1996,9±425,2 UA vs 1309,4±416,4 UA, p &lt; 0,05). A força de preensão manual aumentou&#xD;
discretamente em ambos os grupos (+3,6% em TRAD e +9,4% em SUP, p&gt;0,05). Houve leve redução&#xD;
no tempo do teste de sentar-se e levantar (-3,7% em TRAD e -3,4% em SUP, p&gt;0,05). O tempo do&#xD;
teste “levantar-se e caminhar” melhorou levemente apenas no grupo TRAD (-9,4%, p&gt;0,05), e a&#xD;
espessura do bíceps aumentou apenas no grupo SUP (+13,6%, p&gt;0,05). Já na análise de 12 semanas,&#xD;
na variação percentual que, no momento 3, com exceção da FPM, todos os outros parâmetros&#xD;
apresentaram resultados melhores no grupo SUP em relação ao grupo TRAD. Esse resultado confirma&#xD;
a tendência observada no momento 2, quando apenas o grupo que suplementou com magnésio reduziu&#xD;
de forma significativa o escore de sintomas, bem como aumentou a espessura muscular.&#xD;
Considerações finais: é difícil afirmar que a suplementação de magnésio adiciona um efeito&#xD;
significativo ao TR durante a reabilitação da COVID Longa nas primeiras seis semanas, embora essa&#xD;
tendência tenha sido confirmada no momento 3. Estudos futuros devem analisar amostras maiores,&#xD;
protocolos de TR mais intensos e uma duração mais longa de TR e da suplementação de magnésio.
Informações adicionais: Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025.</description>
    <dc:date>2026-06-23T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/55026">
    <title>Relação entre atividade / reatividade cardiovagal no repouso e a competência cardiorrespiratória durante o teste de esforço máximo em mulheres aparentemente saudáveis</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55026</link>
    <description>Título: Relação entre atividade / reatividade cardiovagal no repouso e a competência cardiorrespiratória durante o teste de esforço máximo em mulheres aparentemente saudáveis
Autor(es): Silva, Gabriel Cartaxo Barbosa da
Resumo: Introdução: Apesar de controverso, a maioria dos estudos apontam que um elevado&#xD;
grau de modulação cardiovagal registrado no repouso está positivamente associado com&#xD;
adaptações físicas crônicas induzidas pelo exercício em homens. Portanto, espera-se que uma&#xD;
elevada modulação cardiovagal no repouso esteja positivamente relacionada à capacidade&#xD;
aeróbica individual. Entretanto, esta relação é pouco explorada em mulheres saudáveis. Além&#xD;
disso, a relação entre a reatividade cardiovagal no repouso com a competência cardiopulmonar&#xD;
no esforço em mulheres saudáveis ainda não foi estudada. Dessa forma, o presente estudo teve&#xD;
como objetivo verificar a associação entre a atividade e a reatividade cardiovagal no repouso&#xD;
com competência cardiopulmonar em mulheres saudáveis. Métodos: A amostra foi composta&#xD;
por 54 mulheres entre 18 e 27 anos com média de idade de 24,1 ± 4,3 anos e IMC = 22,2 ± 2,5&#xD;
kg/m². A atividade e a reatividade cardiovagal foram avaliadas por meio da variabilidade&#xD;
espontânea da frequência cardíaca (VFC) de repouso, expressa pelo índice SD1 nas posições&#xD;
supina e ortostática, e sua variação absoluta da posição supina para posição ortostática. O&#xD;
registro dos intervalos RR foi obtido por meio de um monitor de frequência cardíaca Polar®,&#xD;
modelo RS800CX. Posteriormente, a modulação cardiovagal no repouso foi avaliada pela&#xD;
VFC, por meio do software Kubios® HRV. O consumo de oxigênio (VO2), a reserva&#xD;
cronotrópica e a velocidade atingida foram registradas no ponto de compensação respiratória&#xD;
(LV2) e no pico do esforço durante teste cardiopulmonar incremental máximo (CPX). A análise&#xD;
estatística utilizou testes não paramétricos com nível de significância de 5%. Foram realizados&#xD;
testes de correlação de Spearman e teste de comparação de Mann-Whitney. Resultados: O&#xD;
VO2 no LV2 e no pico do esforço apresentou correlação positiva com a atividade cardiovagal&#xD;
na posição supina (rs = 0,35 e 0,32, respectivamente; p &lt; 0,01), e com sua reatividade após a&#xD;
mudança postural (rs = 0,34 e 0,25, respectivamente; p ≤ 0,03). A reserva cronotrópica no LV2&#xD;
e no pico do esforço também apresentou correlação significativa com a atividade cardiovagal&#xD;
na posição supina (rs = 0,54 e 0,70, respectivamente; p &lt; 0,01), com a atividade cardiovagal na&#xD;
posição ortostática (rs = 0,26 e 0,25, respectivamente; p = 0,03), e com a reatividade cardiovagal&#xD;
(rs = 0,51 e 0,69, respectivamente; p &lt; 0,01). A velocidade atingida em esteira rolante no LV2&#xD;
e no pico do esforço demonstrou associação com a atividade cardiovagal na posição supina (rs&#xD;
= 0,28 e 0,26, respectivamente; p &lt; 0,05), na posição ortostática (rs = 0,39 e 0,45, respectivamente; p &lt; 0,05), e com a reatividade cardiovagal da posição supina para ortostática&#xD;
(rs = 0,30 e 0,27, respectivamente; p ≤ 0,02). Além disso, após dividir o grupo em menor&#xD;
atividade (1º tercil) vs. maior atividade cardiovagal (3º tercil) no repouso supino, mulheres com&#xD;
maior atividade cardiovagal no repouso apresentaram valores mais elevados de VO2 no LV2 e&#xD;
no pico do esforço comparativamente ao grupo com menor atividade cardiovagal (p = 0,02 e&#xD;
0,03, respectivamente), e valores mais elevados de reserva cronotrópica no LV2 e no pico&#xD;
comparativamente ao grupo com menor atividade parassimpática (p &lt; 0,01). Com relação a&#xD;
reatividade cardiovagal, a maior reatividade (3º tercil) se associou com maiores valores de VO2,&#xD;
velocidade e reserva cronotrópica nos LV2 e no pico do esforço (p = 0,01 a 0,04). Conclusão:&#xD;
Concluímos que a atividade cardiovagal de repouso e sua reatividade estão positivamente&#xD;
correlacionadas com a competência cardiopulmonar durante o exercício em mulheres&#xD;
saudáveis
Informações adicionais: Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025.</description>
    <dc:date>2026-06-23T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/55025">
    <title>Efeitos de um programa de hatha yoga na força muscular respiratória e desempenho funcional de mulheres idosas residentes no Distrito Federal</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55025</link>
    <description>Título: Efeitos de um programa de hatha yoga na força muscular respiratória e desempenho funcional de mulheres idosas residentes no Distrito Federal
Autor(es): Brandão, Elaine Cristina da Silva
Resumo: Este estudo analisou os efeitos de um programa de 24 sessões de Hatha Yoga na força muscular&#xD;
respiratória (FMR) e no desempenho funcional de mulheres idosas. Realizou-se um ensaio&#xD;
clínico randomizado, cego para o avaliador, com 56 participantes (60 a 85 anos) alocadas em&#xD;
Grupo Yoga (GY; n= 29) e Grupo Comparação (GC; n= 27). A FMR foi mensurada por&#xD;
manovacuometria (Pressão inspiratória máxima e Pressão expiratória máxima) e a&#xD;
funcionalidade por meio do Senior Fitness Test e o equilíbrio pelo MiniBESTest. A análise&#xD;
seguiu o princípio da intenção de tratar com imputação múltipla de dados faltantes. Na&#xD;
comparação entre grupos no pós-teste, o GY apresentou superioridade estatisticamente&#xD;
significativa e clínica (tamanho de efeito médio; r = 0,3) na Pressão Inspiratória Máxima&#xD;
(PImax) (p = 0,014) e no equilíbrio corporal (p = 0,05). Não houve diferenças significativas na&#xD;
análise intra-grupo do GY, sugerindo um "efeito teto" devido ao perfil ativo da amostra&#xD;
(79,3%). Identificou-se correlação significativa entre a FMR e variáveis funcionais. Conclui-se&#xD;
que o Hatha Yoga é uma intervenção multicomponente viável e eficaz para mitigar declínios&#xD;
funcionais do envelhecimento, promovendo ganhos em força inspiratória e controle postural.
Informações adicionais: Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2026.</description>
    <dc:date>2026-06-23T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/55024">
    <title>Correlação entre o desempenho de patinadores nas provas de velocidade com os testes de saltos vertical e horizontal</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/55024</link>
    <description>Título: Correlação entre o desempenho de patinadores nas provas de velocidade com os testes de saltos vertical e horizontal
Autor(es): Chaparro, Cindya Katerine Pardo
Resumo: Este estudo investigou a correlação entre os desempenhos nos testes de salto&#xD;
vertical e horizontal e o desempenho na patinação de velocidade sobre rodas (PVSR)&#xD;
em uma competição oficial. Além disso, compara as diferenças de desempenho entre&#xD;
os sexos e examina a confiabilidade dos dados. Quarenta e cinco patinadores&#xD;
experientes da categoria sub-23 (25 mulheres e 20 homens) participaram. O&#xD;
desempenho competitivo foi avaliado utilizando os tempos das provas de 100 m, 200&#xD;
m, 400 m e 515 m da II Válida Nacional (Colômbia). Os atletas realizaram o salto com&#xD;
contramovimento (CMJ), o salto em queda de 30 cm (DJ) e o salto horizontal (SH).&#xD;
Todas as métricas de salto demonstraram confiabilidade aceitável (ICC &gt; 0,75; CV%&#xD;
&lt; 10%), com CMJ e SH apresentando valores maiores. As comparações baseadas no&#xD;
sexo revelaram que os homens saltaram 33% mais alto no CMJ, 22% mais longe no&#xD;
SH e exibiram um desempenho 48% maior no DJ (i.e., RSI). Os homens também&#xD;
demonstraram desempenho superior na PVSR, completando em menor tempos as&#xD;
provas de 100 m, 200 m, 400 m e 515 m em 10%, 9%, 11% e 9%, respectivamente.&#xD;
Ao analisar homens e mulheres juntos, foram identificadas correlações significativas&#xD;
em todas as variáveis. CMJ e SH mostraram correlações muito altas com o&#xD;
desempenho na PVSR (r = 0,78–0,87), enquanto o DJ exibiu associações moderadas&#xD;
a altas (r = 0,48–0,63). Entre as mulheres, CMJ e SH apresentaram correlações&#xD;
moderadas a altas com o desempenho na PVSR (r = 0,59–0,75), enquanto o DJ exibiu&#xD;
relações moderadas com as distâncias de 100 m e 200 m (r = 0,40–0,44). Entre os&#xD;
homens, CMJ e SH também mostraram correlações moderadas a altas (r = 0,56–&#xD;
0,83), mas nenhuma correlação significativa foi encontrada entre o DJ e qualquer&#xD;
métrica de desempenho na PVSR. Esses achados indicam que o desempenho no&#xD;
CMJ e no SH está fortemente relacionado aos resultados das provas da PVSR,&#xD;
apoiando a relevância dos testes de salto para o monitoramento do desempenho&#xD;
nessa população.
Informações adicionais: Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025.</description>
    <dc:date>2026-06-23T00:00:00Z</dc:date>
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