<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/45725">
    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/45725</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54450" />
        <rdf:li rdf:resource="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54449" />
        <rdf:li rdf:resource="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54448" />
        <rdf:li rdf:resource="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54447" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-05-22T14:16:40Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54450">
    <title>Interferências de organismos internacionais nas políticas educacionais dos países em desenvolvimento, em especial o Brasil</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54450</link>
    <description>Título: Interferências de organismos internacionais nas políticas educacionais dos países em desenvolvimento, em especial o Brasil
Autor(es): Oliveira, Nancy Costa de; Melo, Adriana Almeida Sales de
Resumo: O presente estudo visa refletir sobre a interferência de organismos internacionais nas políticas&#xD;
educacionais de países em desenvolvimento, em especial o Brasil. Afirma-se que o sistema&#xD;
capitalista atribui o caráter mercadológico à educação à medida em que a relaciona ao&#xD;
desenvolvimento socioeconômico de um país, desconsiderando-a como direito universal e&#xD;
inalienável do homem. Ao enfatizar a meritocracia desconsidera-se problemas sociais graves&#xD;
como a pobreza extrema, o analfabetismo, a falta de acesso e permanência na escola, e demais&#xD;
desigualdades socioeconômicas existentes na maioria dos países em desenvolvimento. Adotou-&#xD;
se como metodologia a pesquisa documental, valendo-se dos Relatórios de Desenvolvimento&#xD;
Mundial do BM e de documentos produzidos pela OCDE além do aporte teórico de MELO&#xD;
(2021), SCHULTZ (1973), SMITH (1988, 1996), SOARES (2020) dentre outros. Observou-se a&#xD;
intencionalidade na padronização de currículos tendo como objetivo a formação de força de&#xD;
trabalho especializada, uma vez que o estudante é considerado como capital humano e o&#xD;
investimento em educação como possibilidade de aumento do lucro. Os resultados apontam que&#xD;
tanto o Banco Mundial quanto a OCDE enfatizam resultados de avaliações como o PISA,&#xD;
priorizando o letramento científico em Leitura, Matemática e Ciências, fato este que corrobora&#xD;
com o direcionamento do ensino para a formação de mão de obra qualificada. Conclui-se que&#xD;
ações dessa natureza intensificam as atuações e interferências na condução das políticas públicas&#xD;
de diversos países, tornando-os reféns de um rigoroso plano intencional de fortalecimento do&#xD;
sistema capitalista cujo objetivo é o aumento da produtividade e consequentemente, da geração&#xD;
de lucro</description>
    <dc:date>2026-02-18T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54449">
    <title>Tod@s somos POP : biblioteca universitária como promotora da  cultura geek</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54449</link>
    <description>Título: Tod@s somos POP : biblioteca universitária como promotora da  cultura geek
Autor(es): Souza, Romélio Lemos Lustoza de; Santos, Larissa Medeiros Marinho dos; Nicolini, Eduardo Olivio Ravagni
Resumo: O Espaço de Pesquisa e Oficinas Pagu (Espaço POP) foi inaugurado pela &#xD;
Biblioteca Central da Universidade de Brasília (BCE/UnB) em 2018 com a proposta de &#xD;
inovar o conceito de bibliotecas universitárias. Com um acervo de histórias em &#xD;
quadrinhos e jogos de tabuleiro, este Espaço tornou-se ponto de encontro da cultura &#xD;
geek da UnB. Intencionamos apontar se o POP contribuiu de fato para a proposta que &#xD;
foi criado, nesses seus últimos sete anos, através de um diagnóstico institucional de suas &#xD;
atividades e eventos, ressaltando assim seu potencial acadêmico e social dentro de uma &#xD;
biblioteca universitária.</description>
    <dc:date>2025-11-15T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54448">
    <title>Possibilidades para uma formação médica antirracista : potências curriculares</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54448</link>
    <description>Título: Possibilidades para uma formação médica antirracista : potências curriculares
Autor(es): Caixeta, Pedro Paulo Pereira
Resumo: Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, a saúde passou a ser&#xD;
reconhecida como um direito universal, integral e equânime. No entanto, a população negra&#xD;
— compreendendo pessoas autodeclaradas pretas e pardas — apresenta, historicamente, os&#xD;
piores indicadores de saúde no Brasil. Diante desse contexto, como resultado de décadas de&#xD;
mobilização dos movimentos sociais negros, foi instituída em 2009 a Política Nacional de&#xD;
Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), que estabelece diretrizes para a promoção, a&#xD;
prevenção e o cuidado em saúde voltados à população negra. Fundamentada nas&#xD;
reivindicações dos movimentos sociais, especialmente das mulheres negras, a PNSIPN&#xD;
reconhece o racismo como determinante social das iniquidades em saúde, cujos efeitos se&#xD;
expressam em maiores índices de morbimortalidade, piores desfechos clínicos e&#xD;
agravamentos de condições de saúde para além das desigualdades socioeconômicas (Brasil,&#xD;
2023).&#xD;
O racismo estrutural (Almeida, 2019) contribui para desfechos adversos na saúde&#xD;
materno-infantil das populações negra e indígena, intensifica o risco de complicações&#xD;
gestacionais, reduzi o acesso a cuidados pré-natais, de parto e pós-natais, além de elevar as&#xD;
taxas de mortalidade infantil (Rebouças, et al., 2022).&#xD;
No início da vida, observando as consequências do racismo no período perinatal,&#xD;
destaca-se o estudo de Greenwood e colaboradores (2020), realizado nos Estados Unidos, que&#xD;
evidenciou significativa redução na mortalidade de recém-nascidos negros, quando atendidos&#xD;
por profissionais médicos da mesma raça. Nesse sentido, crianças negras têm menores&#xD;
chances de sobrevivência quando assistidas por médicos brancos, o que indica o impacto da&#xD;
concordância racial na qualidade do cuidado recebido (Greenwood, 2020).
Informações adicionais: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação Modalidade Profissional, 2020.</description>
    <dc:date>2026-05-21T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54447">
    <title>Monumentos urbanos a bandeirantes : disputas de memória no espaço  público em Goiânia e São Paulo</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54447</link>
    <description>Título: Monumentos urbanos a bandeirantes : disputas de memória no espaço  público em Goiânia e São Paulo
Autor(es): Silva, Jordanna Fonseca
Resumo: Esta tese apresenta uma pesquisa sobre as representações historicamente construídas por &#xD;
diferentes grupos sociais em torno de dois monumentos em homenagem a bandeirantes, &#xD;
localizados nos espaços públicos urbanos de Goiânia (GO) e São Paulo (SP): o Monumento aos &#xD;
Bandeirantes e o Monumento às Bandeiras. Por meio de uma análise comparativa e &#xD;
documental, buscamos responder às seguintes questões: quem foram os agentes envolvidos na &#xD;
construção desses monumentos? A quais instituições estavam vinculados? Como se deram os &#xD;
conflitos de memória no espaço e na esfera públicos, especialmente nos jornais? Quais vozes &#xD;
se mostraram dissidentes? A análise abrange recortes de jornais, fotografias, telegramas, cartas &#xD;
e outros documentos, especialmente aqueles da Coleção BAND – Monumento aos &#xD;
Bandeirantes, organizada e disponibilizada pelo CIDARQ – UFG. Também foram consultados &#xD;
acervos da Fundação Cassiano Ricardo, do Museu da Imagem e do Som – GO, do Museu do &#xD;
Ipiranga, do Museu de Arqueologia e Etnologia – USP, além de periódicos disponíveis na &#xD;
Hemeroteca Digital. O objetivo é mapear a rede de agentes e instituições que, ao longo do &#xD;
tempo, mobilizou e interagiu com esses objetos de valor político e estético. O recorte temporal &#xD;
se estende da criação da primeira maquete de V. Brecheret e do início da Campanha Pró Monumento aos Bandeirantes em Goiânia (1922 e 1938, respectivamente) até os anos &#xD;
2000/2020. Como resultado, reconstruímos os momentos que antecederam a inauguração de &#xD;
cada monumento, analisando os discursos dos agentes envolvidos, que reforçavam &#xD;
representações grandiloquentes do bandeirismo no espaço público. Além disso, discutimos as &#xD;
disputas de memória que atravessam os espaços urbanos de Goiânia e São Paulo na atualidade, &#xD;
destacando os conflitos de narrativas em torno da sacralização dos bandeirantes na história &#xD;
dessas cidades. Esses dados contribuem para o debate sobre o lugar de memória que esses &#xD;
monumentos ocupam para distintos grupos sociais — não apenas os historicamente dominantes, &#xD;
mas também os movimentos sociais contemporâneos (indígenas, estudantis, negros), que &#xD;
questionam o pedestal simbólico reservado aos bandeirantes.
Informações adicionais: Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, Programa de Pós-Graduação em Sociologia, 2025.</description>
    <dc:date>2026-05-21T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

